Inquérito ouviu 2.338 médicos e avalia condições de trabalho e assistência.
Um inquérito da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, com apoio do Conselho Federal de Medicina, aponta diferenças na avaliação das condições de UTIs públicas e privadas. Os resultados foram apresentados em reportagem da Agência Brasil nesta quarta-feira, 21 de outubro.
O levantamento ouviu 2.338 médicos. Entre os entrevistados, 22,7% consideraram totalmente adequada a disponibilidade de medicamentos essenciais nas UTIs do SUS; na rede privada ou vinculada a planos, o percentual foi de 57,7%. Os índices expressam percepções dos profissionais participantes, e não a proporção nacional de unidades com falta de remédios.
A Amib defende que a organização da terapia intensiva envolva equipes, protocolos, insumos e infraestrutura, além da quantidade de leitos. A entidade pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a órgãos de fiscalização. A diferença entre as redes aparece em quase todos os aspectos avaliados pelo questionário.






