Colegiado critica restrições à conta de anúncios de Lula; empresa nega favorecimento.
O Comitê de Supervisão da Meta apontou na terça-feira (20) falhas na aplicação das regras das plataformas durante a eleição brasileira. Segundo a Agência Brasil, o colegiado independente criticou restrições impostas à conta de anúncios de Lula e cobrou critérios mais transparentes.
O conselho avaliou que políticas antifraude foram aplicadas com rigor excessivo nesse caso e que a situação deveria ter sido encaminhada a especialistas internos. Também alertou para o risco oposto: uma moderação insuficiente comprometer a integridade eleitoral.
Em manifestação enviada ao TSE na segunda-feira (19), a Meta negou favorecer qualquer candidatura e afirmou tratar conteúdos de Lula e Flávio Bolsonaro de forma igual. A crítica do conselho e a resposta da empresa são posições distintas, e não uma conclusão judicial sobre interferência no pleito.






